Tão enganosos são os louros da vitória quanto efêmeras são as luzes do sucesso! Ambos são breves, passageiros, como um show de pirotecnia, deslumbrante à primeira vista, mas que rapidamente se esvai, como coisa fútil, inacabada, que carrega em si aquela estranha sensação de vazio...
E tão facilmente nos esquecemos disto...
Porque tão sedutor é o sabor da conquista que, em sua busca, somos compelidos a pagar – não raras vezes - os mais desmedidos preços...
Obcecados por este sucesso, saímos por aí, nos pavoneando com nossos feitos, e esquecendo de que, em nome deles, muitos sorrisos foram calados, muitos sonhos foram desfeitos, muitas verdades foram esquecidas, muitas virtudes foram largadas pelo caminho, muitos valores foram jogados na lixeira, como se fossem peso morto, lastro do qual nos desfazemos para que o balão do nosso ego, totalmente inflado, suba cada vez mais rapidamente...
Tantas vezes valorizamos o cargo bem mais que a seu ocupante, a trama bem mais que a seu autor, a embalagem bem mais que ao conteúdo, como se a sonoridade da palavra contasse bem mais que a sua essência...
Na verdade, somos compelidos a isso. No mundo da concorrência acirrada, da competitividade desmedida, é tênue a linha que separa a esperteza da desonestidade, a deslealdade da ética.
Não são poucos os que se perdem pelo caminho, e em nome da carreira e do sucesso, vão por obscuros atalhos, deixando os fins justificarem os meios, com se a chegada não fosse espelho de seu percurso, e este não fosse a soma de incontáveis pequenos passos...
É preciso, portanto, estarmos sempre alertas, sempre vigilantes em relação a nós mesmos. Ao que pensamos, ao que fazemos e, principalmente, ao deixamos pelo caminho...
É preciso manter viva a lembrança de que somos produtos da crenças que nos servem de guia e frutos das escolhas que fazemos, por menos significantes que possam parecer.
Para isso, Deus fez o livre arbítrio! Para que se possa escolher entre xingá-lo porque não é um Deus pronta-entrega, porque nada nos vem como uma refeição rápida, enlatada, pronta pra ser consumida, ou sentir-se privilegiado com o sublime direito de fazer as próprias escolhas...
Pode-se escolher entre amanhecer maldizendo tudo, reclamando do calor, do frio ou de sei-lá-o-quê, ou agradecer pelo presente de mais um dia...
Pode-se escolher entre se lamentar e se abater pelos erros e tropeços da caminhada ou entendê-los e encará-los como inerentes à nossa condição de humanos e colher deles as necessárias lições para pavimentar um futuros de acertos...
Pode-se escolher entre achar que tudo isso é balela, utopia romântica, papo de fracassados, ou entender que a vida – esta sim! - é maior de todas as conquistas e que o verdadeiro sucesso é ser feliz...
A escolha é sua!!!
Sábado, 1 de Novembro de 2008
Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Equipe
.....Frases
Para que uma equipe funcione, as seis palavras mais importantes são:
- Admito que o erro foi meu.
As cinco palavras mais importantes:
- Você fez um bom trabalho!
As quatro palavras mais importantes:
- Qual a sua opinião?
As três palavras mais importantes:
- Faça o favor!
As duas palavras mais importantes:
- Muito obrigado!
A palavra mais importante:
- Nós.
A palavra menos importante:
- Eu.
Para que uma equipe funcione, as seis palavras mais importantes são:
- Admito que o erro foi meu.
As cinco palavras mais importantes:
- Você fez um bom trabalho!
As quatro palavras mais importantes:
- Qual a sua opinião?
As três palavras mais importantes:
- Faça o favor!
As duas palavras mais importantes:
- Muito obrigado!
A palavra mais importante:
- Nós.
A palavra menos importante:
- Eu.
Domingo, 26 de Outubro de 2008
Como vai sua mente?
. . . Frases
Mentes grandiosas discutem idéias e ideais.
Mentes medianas conversam sobre eventos.
Mentes pequenas falam da vida alheia.
E você? Como vai a sua mente?
Mentes grandiosas discutem idéias e ideais.
Mentes medianas conversam sobre eventos.
Mentes pequenas falam da vida alheia.
E você? Como vai a sua mente?
Sábado, 25 de Outubro de 2008
Uma pétala ao vento...
.....Crônica
A primavera acontece diante de nossos olhos e eu queria poder falar das rosas...
Talvez até das rosas brancas, que como um buquê, seria levado pelas mãos de uma criança, e oferecidas aos atletas da Seleção Brasileira de Futsal, como reconhecimento pela conquista do campeonato mundial.
Mas não deu!!! E não deu porque - em que pese todo brilho de Falcão e Cia. - não temos o que comemorar! Isso porque, cada vez mais, nos transformamos, nos degradamos, nos desumanizamos, e assim como as rosas, vamos perdendo a beleza, o perfume e o encantamento...
Assim como caules envelhecidos que nada mais tem a oferecer - mas que ainda mantém seus afiados espinhos...
Assim como esta crônica, carregada de tristeza, pesar e desapontamento. Carregada de feridas e lágrimas, de dor e de luto, assim como a família da menina Eloá, cuja morte covarde e brutal é apenas mais uma das tantas fraturas expostas do nosso falido esqueleto social, num caso deplorável e inusitado, provavelmente o único no mundo em que um refém, já solto, foi devolvido a seu raptor...
Isso por que as polícias, teoricamente corporações a serviço da manutenção da ordem e do estado de direito, subdivididas pelo estado de calamidade pública a que vivem submetidas pela incompetência – ou pela esmerada competência destrutiva - dos governantes que escolhemos, estavam por demais ocupadas com a nobilíssima missão de guerrear entre si, espremendo em público o pus de suas próprias feridas, enojando a todos com um deprimente espetáculo de auto-desmoralização...
Mas o que mais dói, o que mais machuca, o que desencanta e desalenta, é saber que tudo isso - assim como o caso Isabela Nardoni e tantos outros – passará como uma pétala levada pelo vento, enquanto a vida voltará a sua absurda normalidade...
Porque hoje em dia, tudo, até mesmo a violência já é parte da normalidade...
Porque hoje em dia, anormal é lágrima que cai pela emoção mal contida, é a palavra que escapa de lábios guiados por corações idealistas, ainda sonhadores...
Porque hoje em dia, anormal é acreditar nessa réstia de esperança revivida na coragem daqueles que ainda não perderam a capacidade de se indignar, e de jamais se recolher ao conveniente refúgio do silêncio...
Porque hoje em dia, só há primaveras no jardim da impunidade...
A primavera acontece diante de nossos olhos e eu queria poder falar das rosas...
Talvez até das rosas brancas, que como um buquê, seria levado pelas mãos de uma criança, e oferecidas aos atletas da Seleção Brasileira de Futsal, como reconhecimento pela conquista do campeonato mundial.
Mas não deu!!! E não deu porque - em que pese todo brilho de Falcão e Cia. - não temos o que comemorar! Isso porque, cada vez mais, nos transformamos, nos degradamos, nos desumanizamos, e assim como as rosas, vamos perdendo a beleza, o perfume e o encantamento...
Assim como caules envelhecidos que nada mais tem a oferecer - mas que ainda mantém seus afiados espinhos...
Assim como esta crônica, carregada de tristeza, pesar e desapontamento. Carregada de feridas e lágrimas, de dor e de luto, assim como a família da menina Eloá, cuja morte covarde e brutal é apenas mais uma das tantas fraturas expostas do nosso falido esqueleto social, num caso deplorável e inusitado, provavelmente o único no mundo em que um refém, já solto, foi devolvido a seu raptor...
Isso por que as polícias, teoricamente corporações a serviço da manutenção da ordem e do estado de direito, subdivididas pelo estado de calamidade pública a que vivem submetidas pela incompetência – ou pela esmerada competência destrutiva - dos governantes que escolhemos, estavam por demais ocupadas com a nobilíssima missão de guerrear entre si, espremendo em público o pus de suas próprias feridas, enojando a todos com um deprimente espetáculo de auto-desmoralização...
Mas o que mais dói, o que mais machuca, o que desencanta e desalenta, é saber que tudo isso - assim como o caso Isabela Nardoni e tantos outros – passará como uma pétala levada pelo vento, enquanto a vida voltará a sua absurda normalidade...
Porque hoje em dia, tudo, até mesmo a violência já é parte da normalidade...
Porque hoje em dia, anormal é lágrima que cai pela emoção mal contida, é a palavra que escapa de lábios guiados por corações idealistas, ainda sonhadores...
Porque hoje em dia, anormal é acreditar nessa réstia de esperança revivida na coragem daqueles que ainda não perderam a capacidade de se indignar, e de jamais se recolher ao conveniente refúgio do silêncio...
Porque hoje em dia, só há primaveras no jardim da impunidade...
Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Asas
..... Letra de música
(Música vencedora do Festival da Canção Brasileira -1985)
Do peito arrancar o coração
Prá que os seus mistérios tenham fim
Prá vida jorrar na pulsação
De cada paixão que insista em vir
Prá nova canção que então brotar
Falar da emoção que te trair
Ao ver outro amor acontecer
Como a flor primeira do primeiro sol
Abrigar no peito a esperança
E a calma da brisa no olhar
Que a vida é sorriso de criança
E o tempo é pequeno ...
Vem amar
Buscar no infinito algum lugar
Sagrado... supremo... imaculado...
Onde o céu se encontra com o mar
Lá onde Deus se esconde prá rezar
Vai
Vai nas asas do vento sonhar que és feliz
Canta a verdade abraçada ao tempo, aprendiz
Sai! Anda à toa!
É tão belo e tão fácil viver...
Colhe as flores da estrada e avança
Faz da vida um buquê de esperanças
Um novo amanhecer
(Música vencedora do Festival da Canção Brasileira -1985)
Do peito arrancar o coração
Prá que os seus mistérios tenham fim
Prá vida jorrar na pulsação
De cada paixão que insista em vir
Prá nova canção que então brotar
Falar da emoção que te trair
Ao ver outro amor acontecer
Como a flor primeira do primeiro sol
Abrigar no peito a esperança
E a calma da brisa no olhar
Que a vida é sorriso de criança
E o tempo é pequeno ...
Vem amar
Buscar no infinito algum lugar
Sagrado... supremo... imaculado...
Onde o céu se encontra com o mar
Lá onde Deus se esconde prá rezar
Vai
Vai nas asas do vento sonhar que és feliz
Canta a verdade abraçada ao tempo, aprendiz
Sai! Anda à toa!
É tão belo e tão fácil viver...
Colhe as flores da estrada e avança
Faz da vida um buquê de esperanças
Um novo amanhecer
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
Aprendizado
..... Frases
Existem pessoas que não aprendem nunca, nem mesmo com os próprios erros, e levam uma vida cheia de frustrações. São perdedores.
Existem pessoas que até aprendem, mas apenas com os próprios erros, e levam uma vida comum. São a grande maioria.
Existem pessoas que aprendem antes, ao de observar os erros dos outros, e muito raramente os cometem. São os sábios, os vencedores.
E você? Aonde você se percebe?
Existem pessoas que não aprendem nunca, nem mesmo com os próprios erros, e levam uma vida cheia de frustrações. São perdedores.
Existem pessoas que até aprendem, mas apenas com os próprios erros, e levam uma vida comum. São a grande maioria.
Existem pessoas que aprendem antes, ao de observar os erros dos outros, e muito raramente os cometem. São os sábios, os vencedores.
E você? Aonde você se percebe?
Sábado, 20 de Setembro de 2008
Embarcação
(Música Vice-Campeã do Festival da Canção Brasileira - Quipapá PE - maio/2006)
Vai, meu coração
Vai navegar
Vai onde o céu abraça o mar
E a noite amiga abriga um sol que ainda virá
Traz a luz nascente do luar
E um sonho azul prá acalentar
A paz de quem prepara alguém que vai chegar
Dentre as ondas quentes, coração
O ventre, abrigo da paixão
Carrega a flor de um grande amor ainda em botão
Vai
Que a vida chega numa embarcação
Aporta e passa como uma canção
Que é bela e breve, mas não tem bis
Vai
Vai contra o tempo e os temporais
Qual timoneiro que entre vendavais
Descobre o encanto de ser aprendiz
Vai
Que eu iço as velas prá te acompanhar
Qual navegante que só quer singrar
O mar da vida
E ser feliz
Vai, meu coração
Vai navegar
Vai onde o céu abraça o mar
E a noite amiga abriga um sol que ainda virá
Traz a luz nascente do luar
E um sonho azul prá acalentar
A paz de quem prepara alguém que vai chegar
Dentre as ondas quentes, coração
O ventre, abrigo da paixão
Carrega a flor de um grande amor ainda em botão
Vai
Que a vida chega numa embarcação
Aporta e passa como uma canção
Que é bela e breve, mas não tem bis
Vai
Vai contra o tempo e os temporais
Qual timoneiro que entre vendavais
Descobre o encanto de ser aprendiz
Vai
Que eu iço as velas prá te acompanhar
Qual navegante que só quer singrar
O mar da vida
E ser feliz
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